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E Diedra deu bandeira!

23 de janeiro de 2010 por Redação  
Arquivado em Destaques, Enfoque Cultural

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4 comentários

Diedra concedeu uma entrevista ao site Dê Bandeira , publicada neste sábado, 23 de janeiro. A entrevista foi concedida a Manu Neves, uma das fundadoras do site e autora com texto publicado aqui

O Dê Bandeira é um site com uma proposta “Lado B”: enquanto vários sites gays focam as excentricidades e fofocas, elas procuram mostrar o que é normal na pessoa que, entre outras caracteristicas, são homossexuais.  O que produzem, o que pensam sobre o que lêem, as música que gostam…

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Comentários

4 comentários para “E Diedra deu bandeira!”
  1. Onice Beatriz disse:

    Não foi atoa que virei fã dessa escritora e pessoa.
    Diedra é muito sensata,no início da entrevista onde ela desmistifica os rótulos literários,foi incrível.
    Não a conheço pessoalmente mas creio que uma frase sua na entrevista deixa bem claro quem Diedra é:”A vida tem que ser vivida não de fora para dentro, mas de dentro para fora, no compasso do coração.”
    Parabéns Di e meu desejo de mais sucesso ainda em sua vida e em todos os teus sonhos.

  2. Manu Neves disse:

    Adorei conhecer “de perto” a Diedra… Uma pessoa incrível, com pensamentos fortes e com justificativas para eles. Muito interessante conversar, ler, reler e pensar sobre tudo o que ela me falou!

    Parabéns!

  3. Eight Hands disse:

    Respostas como “A inclusão não é ter um espaço diferenciado, e sim ter direito a todos os espaços”, me deixam a cada dia mais encantada com a pessoa que Diedra é.

    Quando li isto me lembrei de um causo da viagem ao Rio, quando Diedra chegou super entusiasmada em sua casa porque um abestado passou de taxi por ela e Wind e gritou “sapatão” para elas.

    Ao invés de se iiritar, querer se esconder, ela estava feliz, achando graça pq estava de vestido, toda feminina e mesmo assim, pela primeira vez ganhou o apelidinho.

    De onde veio a reação dela? Do contexto…

    O cara estava no mesmo bar para onde fomos após o lançamento e, provavelmente, notou que havia carinho entre elas. Aliás, era uma mesa com quantas? Umas vinte mulheres, várias com as namoradas ali e nenhuma se escondendo. Não vi ninguém passando do limite que se espera de um casal em público, num bar, não era um bar gls, era apenas um espaço público, para pessoas tão gente como… Nós.

    E eu também achei muito louvável reconhecer a importância de todas as manifestações, toda a coragem de bravas mulheres, que hoje nos permitem chegar em lugares como este e nos sentirmos normais.

    Mesmo que ainda existam babacas se incomodando com nossa existência.

    Parabéns Di e Manu, achei a entrevista muuuito pertinente.

  4. Joyce Joyce disse:

    O que mais gostei na entrevista é o modo como Diedra nos faz raciocinar sobre as questões.
    Adorei a entrevista.

    Parabéns Diedra! Sucesso merecido ^^

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